VIVA A CIDADE MARAVILHOSA!

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Sou um Nilopolitano Carioca....

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Resenha e análise crítica sobre o filme " O nome da Rosa"



“ O nome da Rosa”

O filme: “ O nome da Rosa” é uma história de suspense, amor e divergências religiosas entre a Ordem dos Franciscanos e a Ordem dos Dominicanos, na qual a fé, os valores sagrados são debatidos pela visão humanista e racional em um Mosteiro Beneditino. Essa produção cinematográfica foi baseada em uma arte religiosa ( Românica), por apresentar em suas filmagens, uma arquitetura típica desse período, tais como: basílica de pedra com duas apses e torres redondas, repletas de arcadas, objetos de ouvivesaria ( cruzes, estatuetas, bíblias). Além de pinturas e esculturas severas e pesadas em suas tonalidades.
O contexto histórico do filme acontece na Baixa Idade Média (XI / XV), na Itália entre o ano de 1327. Auge de uma arte religiosa, a trama possui um grande suspense em torno de vários “ suicídios”, ocorridos nesse Mosteiro Beneditino. Daí, surge uma implacável investigação por um Franciscano, chamado de “ William de Barkervell”, interpretado pelo experiente e renomado ator Sean Conery, juntamente com seu aprendiz, o monge “ Adso Von melk”, interpretado pelo novíssimo ator Cristian Seater . Eles buscam sinuosamente respostas para desvendarem os suicídios no Mosteiro, através de seus conhecimentos científicos e técnicas de um verdadeiro detetive ou como agente do FBI - Jack Bauer da vida.
Identificamos na produção cinematográfica, a luta contra a mistificação, o poder e o enfraquecimento dos valores cristãos, devido um exagerado dogmatismo medieval exercido pela Igreja Católica, conhecido como período das “ Trevas”. Era um período que a Igreja mantinha um poder conservador, totalitário e ignorante, utilizando-se apenas dos dogmas arcaicos vigentes na religião católica do séc. XI/XV
No decorrer dos planos, descobrimos que todos aquelas mortes e assassinatos estavam em torno da leitura de certos livros, considerados proibidos, pelos os membros superiores do Mosteiro. Eles afirmavam que os livros eram profanos e que levavam o homem a cometer pecados. Por isso, aqueles que liam esses livros, morriam, pois as páginas das obras estavam envenenadas propositalmente, evitando que muitos monges e sacerdotes tivessem um novo saber e idéias diferentes sobre o mundo.
Falando agora de alguns aspectos da sociedade dessa época ( Idade média), podemos notar, que as pessoas não tinham o acesso ao conhecimento, a liberdade de expressão, nem mesmo, uma dignidade e qualidade de vida igual á nossa, ou seja, igual ao mundo moderno.
O nome da rosa exemplificou muito esses fatos, no qual, o povo pobre e miserável, cheios de dificuldades ( fome, frio, doenças e guerras etc) ainda sofria com as imposições e dogmas da Igreja católica e o Tribunal da Santa Inquisição, que só sabiam cobrar indulgências e vitima-lás na fogueira. As cenas que mostram esses momentos, foram de grande importância, para nos mostrar as injustiças e indagações dos “ representantes de Deus na terra”.
A parte do filme, que chama mais atenção são as cenas de um amor proibido entre o jovem monge com uma camponesa abandonada a própria sorte da vida, que se atraem e se entregam a uma ardente paixão.
Concluindo, o filme “ O nome da rosa”, foi uma produção magnífica, que não deixou falhas em nenhum momento do roteiro e edição nos cortes, principalmente, se tratando de um período e um tema religioso, com uma produção de arte no estilo Românico. Realmente é um trabalho maravilhoso, que vai da produção artística até a produção de arte.
Parabéns à todos!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Texto " Narrativas Enviesadas" - Katia Canton.


O texto de Katia Canton fala de importantes artistas que desenvolveram e viveram da Arte Conceitual em uma sociedade contemporânea. Ela faz também entrevistas com renomados artistas conceituais, como Georgia Vilela, Vitor Mizael e, por último, um bate-papo com Vânia Mignone. Todas essas entrevista são baseadas em conceitos em relação o uso de palavras junto a imagens, dando sentido, vida em suas obras culturais.
Antes de aprofundarmos na leitura do texto, precisamos entender um pouco sobre o que é arte conceitual e quais foram seus difusores? Para respondermos essas perguntas, nos basearemos nos conceitos dados em sala de aula. Respondendo a pergunta acima, definimos em grupo o que entendemos por Arte Conceitual, que é um movimento desenvolvido nos de 1960, sendo aquela que considera a idéia, o conceito por trás de uma obra artística, como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável. Não esquecer de mencionar um dos precursores desse movimento, chamado de DUCHAMP (Marcel), pintor francês (Blainville, 1887 – Neuilly-sur-Seine, 1968). Inicialmente influenciado pelo cubismo, teve depois participação importante no movimento dadá e no surrealismo. Tendo-se fixado nos E.U.A., dedicou-se a "antiarte" e em 1914 criava o primeiro ready-made. Suas pesquisas viriam a exercer influência na "pop-art" (pitoresco, 2011).
Agora, depois desse pequena retrospectiva, voltamos ao texto, que busca uma lógica para os temas que abordam o mundo moderno, em relação a uma Arte Conceitual. A escritora Karen coloca, logo na capa de seu livro, algumas teses a serem discutidas e interpretadas ao longo da leitura, refletidos na arte atual, como: a superação da modernidade, a questão das narrativas, o tempo e suas relações com a memória, o corpo, a identidade, o erotismo, as noções de espaço e lugar, as políticas e micropoliticas, desenvolvidos e respondidos, através de entrevistas com os artistas brasileiros.
A autora também cita no início de sua obra, alguns artistas conceituais, como: Joseph Kosuth, Jenny Holzer, Barbara Kruger, A inglesa Trocey Emin, Shirin Neshat, a Brasileira Rosana Ricalde, além dos entrevistados citados acima. O legal que todos esses artistas trabalharam e continuaram a arte de Duchamp, no final dos anos 60 até os ano 90. Colocando em seus trabalhos todas as características de arte conceitual, como fotografias, mapas e textos escritos (como definições de dicionário) e vídeos.
Concluindo, as entrevistas realizadas com os três artistas conceituais, nos mostram como essa arte está baseada em palavras junto a imagens e, de como esses artistas ( Georgia Vilela, Vitor Mizael e Vânia Mignone) colocam esses objetos dando um entendimento de sonoridade,movimento, sentidos nos desenhos, nas letras, ou seja, proporcionando uma valorização e reflexão para com as obras artísticas. Além de mostrar quem eles são e como criam suas obras de arte. Não esquecer de mencionar, sobre o pensador Frances Roland Barthes, que afirma em contra oposição ao Fascismo do texto, que era preciso desenvolver mecanismos capazes de sabotar a tendência fascista do texto. Para ele era preciso colocar a literatura como uma “Função utópica” nas artes.

Referências Bibliográficas
http://www.pitoresco.com.br/art_data/arte_conceitual/index.htm . Acessado em 13 de jun. 2011.
CANTON, Kátia. Narrativas Enviesadas. São Paulo, 2008

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Poema "Ter Amigos"


Ter amigos
Ter amigos é poder confiar em alguém que te ame de verdade.
Ter uma pessoa que goste de você, do jeito que você é !
E com uma amizade fiel e singela, poderemos realizar todos os nossos sonhos, através dos conselhos positivos e animadores daqueles que estão próximos da gente.
Eu tenho amigos. O que seria de mim sem eles? Só sei, que amo eles de verdade, pois esse amor é recíproco.
Você que não tem amigos, lembre-se que o maior amigo que você tem, é você mesmo! Pois é melhor está sozinho do que mal acompanhado.

Resumo do Livro " O Sol do Brasil" e Análise crítica explicativa do texto“A promessa de prosperidadeda


Resumo do Livro " O Sol do Brasil" e Análise crítica explicativa do texto“A promessa de prosperidadeda da 2º metade do século XIX à primeira década do século XX”


SCHWARCZ, L.M. O sol do Brasil: Nicolas- Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de D. João. 1º Reimpressão.

No livro: “ O sol do Brasil”, a autora Lilia Moritz Schwarcz conta a história de um importante pintor, chamado Nicolas- Antoine Taunay , que desenvolveu uma arte neoclássica em terras tupiniquins, juntamente com outros artistas franceses ( Debret, Thomé e Lebreton etc). Esses artistas vieram de uma “missão artística francesa”, contratada e recepcionada por D. João- Rei de Portugal, na Colônia brasileira, no ano 1816. Essa missão artística foi uma importante precursora para o desenvolvimento das artes em geral, no território brasileiro, pois foi a partir dela, que D. João estabeleceu o ensino artístico, criando a Academia Imperial de Belas Artes. Trazendo com isso, novos propósitos de desenvolvimento para o Brasil, tais como: a abertura dos portos, para as negociações com outras nações, a criação do Banco do Brasil e universidades etc). Isso tudo, através da elevação do Brasil colônia para império português.
O livro de Lilia fala também do neoclassicismo, um estilo artístico que se baseia em uma arte clássica, realizada em moldes acadêmicos. O neoclassicismo teve inicio na Inglaterra, mas obteve o seu apogeu na França, em anos gloriosos com bastante luxo e requinte, através de grandes Imperadores ( Luís XIV e Napoleão Bonaparte) até meados do Séc. XVIII e XIX.
Os pintores desse movimento artístico, como Jean Antoine Watteau e Fragonard tinham como tema em seus quadros: arquiteturas de palácios clássicos, auto-retratos de imperadores com um perfil heróico, a arte Greco-romana, baseada na beleza do corpo humano, a mitologia e a natureza. Não esquecer de mencionar, que muitos artistas neoclássicos retratavam em suas pinturas, novos cenários e pintavam temas bíblicos, desenvolvidos, principalmente, aqui no Brasil, seguindo as regras do academicismo.
Segundo a autora, o estilo neoclássico está ligado a política, a família e o cotidiano das pessoas. Acrescentando, o neoclassicismo é um movimento artístico em oposição ao Rococó e o Barroco, ou seja, o neoclassicismo tinha como objetivo constituir um novo Renascimento nas artes.
A escritora se baseou em pesquisas artísticas e documentos históricos ( a carta de Taunay para D. João ) para a conclusão desse maravilhoso trabalho. O mais interessante neste livro, é a trajetória do pintor Taunay, que aos 60 anos de idade, se viu desamparado e com muitas dificuldades financeiras, depois de muitos trabalhos de sucessos e reconhecimento no império de Napoleão Bonaparte. Com isso, Taunay preocurou novos rumos para os seus ideais artísticos, em uma França cheias de transformações sociais e Revoluções políticas. Uma de suas atitudes, foi o enviou de uma carta para o D. João, tendo nela um pedido de emprego e asilo para um artista francês neoclássico.
Concluindo, Lilia Moritz Schwarcz retratou em sua obra, a “Missão artística francesa” como um dos fatos mais importantes para o desenvolvimento da arte brasileira para com os dias de hoje. Falando também do neoclassicismo e seus artistas, como Nicolas- Antoine Taunay, um pintor que desenvolveu técnicas e pintou quadros com um caráter clássico, respeitando os trâmites acadêmicos, retratando nisso tudo temas, como a família imperial, a natureza, os monumentos e a sociedade.


“A promessa de prosperidade:
da 2º metade do século XIX à primeira década do século XX”

Análise crítica e explicativa:
No texto:” A promessa de prosperidade”, nos deparamos com grandes inovações tecnológicas e artísticas no período do século XIX até o século XX. Nessa importante virada dos séculos, ocorre uma grande explosão de conhecimento em toda sociedade européia, refletidos em uma crescente industrialização nos meios de produção e mudanças sociais, que eram encontradas na forma de um trabalho alienado e explorador nesse período. Aparecendo também com essas novas tecnologias: o telefone, o primeiro avião, a luz elétrica, a água encanada, juntamente com o saneamento básico (esgoto) etc. E com todas essas criações tecnológicas, a vida das pessoas nesse momento começaram a melhorar aos poucos, mas ainda com alguns problemas com essas inovações, identificadas na parcela mais pobre da sociedade européia (operariado), que sofria com a falta de assistência governamental, e com salários baixos e altas horas de trabalhos nas fabricas, ou seja, o próprio acesso a essas melhorias.
Falando agora sobre a afirmação no estudo dirigido II, identificamos o Impressionismo como um importante movimento artístico, que revolucionou o modo de expressão de muitos artistas, durante o século XIX ao séc. XX. Esse estilo se destacou pela irreverência e expressão de dois pintores, que foram os precursores desse estilo, ou seja, com o Movimento impressionista. Os grandes responsáveis por esse estilo foi Claude Monet e Pierre-August Renoir. Eles ficaram bastante conhecidos ao pintarem seus quadros ao ar livre, quebrando totalmente as normas da Academias de Belas Artes, na França.
O mais interessante nesse texto, é como esses artistas foram corajosos e revolucionários em um período que a arte deveria seguir regras acadêmicas para serem consideradas arte de verdade. Tanto Monet e Renoir conseguiram retratar em suas obras, um modo de pintar mais leve, com novas tonalidades e focos de cores em diversos temas do cotidiano humano, e com uma liberdade de expressão e autonomia incomparável ao pintarem ao ar livre, fora dos ateliês etc. Não esquecer de mencionar sobre a invenção da fotografia, em 1820, sendo ela aprimorada em 1839, proporcionando aos artistas impressionistas mais tempo livre para desenvolver novas técnicas de pintura e outros tipos de pesquisa, pois com advento da fotografia, muitos fotógrafos passaram a registrar a sociedade e paisagens com essa nova tecnologia.



Concluindo, os artistas impressionistas, segundo o texto, falavam:” o importante não é o que pintar, mas como pintar”. Com essa afirmação, os artistas desse estilo (Monet, Renoir, Edgar Degas, Camille Pissaro, Alfred Sisley e Paul Cézanne) quebravam uma hegemonia artística de anos e cheias de regras impostas pelas Academias de Belas Artes Francesa, colocando em seus quadros suas próprias impressões em um século de mudanças tecnológicas e sociais, pois o olhar humano estava sendo modificado constantemente por novos pensamentos, crises e hábitos sociais.

O Jardineiro Fiel


Resenha sobre o Filme “O Jardineiro Fiel”

O filme “O Jardineiro Fiel” conta a história de amor entre um Diplomata britânico, chamado de Justin (Ralph Fiennes) com uma ativista que é envolvida em trabalhos sociais nas zonas de países miseráveis. Essa ativista é interpretada pela linda atriz Rachel Weisz, que já participou de diversos filmes, como “A múmia”, “Constantine” e muitos outros.
No decorrer da produção cinematográfica, percebemos diversos conceitos sociais e culturais, que colocam em conflito muitas questões à serem discutidas nos dias de hoje, pois o filme mostra a realidade de um povo que sofre com grandes mazelas e, para completar, a ficção coloca o povo queniano como cobaias na experimentação de remédios contra o HIV ainda em fase de testes, através de uma companhia farmacêutica cercada de interesses políticos e financeiros por parta da Inglaterra e o Quênia país da África. E no desenrolar da história, que acaba denunciando de alguma forma esse caso e outros problemas sofridos pela população africana, vemos o poder e a exploração de uma nação européia em relação a uma nação pobre, que acaba se colocando a mercê desse país que só explora, destrói, mata, colocando suas ideologias e pesquisas científicas como sendo as melhores na ficção (Etnocentrismo e Universalismo europeu).
A partir dessas cenas, a personagem Tessa que é uma pessoa extremamente solidária e preocupada com as questões sociais, descobre uma "máfia" de laboratórios receitando os mais diversos medicamentos a população queniana, tendo como objetivo nessa descoberta, denunciar esses mafiosos a ONU para medidas cabíveis o mais rápido possível. Mas, Tessa acaba sendo assassinada no decorrer do filme, devido essa possível denuncia, causando um grande suspense e um pouco de ação. Daí, a história toma rumos diferentes, pois Justin que era seu marido, começa a investigar a morte de sua esposa. Ele acaba encontrando cartas e documentos de Tessa relatando toda essa investigação sobre essa companhia farmacêutica e as traições conjugais de sua esposa com outros personagens que tinham informações sigilosas do governo britânico e da companhia farmacêutica, a fim de desmascarar toda essa sujeira européia.
Concluindo, o filme “O Jardineiro Fiel” mostra muito bem, as dificuldades sofridas pela África e os discursos políticos dos mais ricos, que implantam ações consideradas “positivas”, tendo elas, um jogo político e financeiro como moeda de troca. Assistimos essas cenas bastante inconformados em todo momento do drama, que acaba nos colocando diversas discussões sobre a importância da vida humana, os valores culturais, sociais e, principalmente, a relevância dos sentimentos em nossas vidas, como o ato de amar o próximo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bloco turma do Borracha 2011- 4 anos de história

UM DOS MAIS IMPORTANTES BLOCOS CARNAVALESCOS JÁ FORMADOS DE TODOS OS TEMPOS, NA BAIXADA FLUMINENSE, LOCALIZADO NA RUA JOÃO DE CASTRO, NO BAIRRO CABUÍS-NILÓPOLIS AO LADO DO CAMPO DO VASQUINHO(PRAÇA ABELARDO SILVA).
O BLOCO TURMA DO BORRACHA FORMOU-SE EM 2008, ATRAVÉS DA GRANDE PARCERIA DE 2 BLOCOS EXISTENTES, NA RUA MAESTRO DJALMA DO CARMO COM A RUA JOÃO DE CASTRO. E COM ESSA PARCERIA , NASCEU O BLOCO TURMA DO BORRACHA.
FINALIZANDO, O BLOCO ESTÁ CRESCENDO A CADA ANO COM MUITO AMOR E RESPEITO DA COMUNIDADE DO CABUÍS, DOS PATROCINADORES E DA PREFEITURA DE NILÓPOLIS.
ENTÃO! VC QUE É MORADOR DO CABUÍS.
VENHA PARTICIPAR DESSA FESTA JUNTO COM GENTE TAMBÉM!
É O BLOCO TURMA DO BORRACHA QUE CHEGOU PARA FICAR...............


CONFIRA NO VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=ZJtTQMcewO0