VIVA A CIDADE MARAVILHOSA!

VIVA A CIDADE MARAVILHOSA!
Sou um Nilopolitano Carioca....

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Texto " Narrativas Enviesadas" - Katia Canton.


O texto de Katia Canton fala de importantes artistas que desenvolveram e viveram da Arte Conceitual em uma sociedade contemporânea. Ela faz também entrevistas com renomados artistas conceituais, como Georgia Vilela, Vitor Mizael e, por último, um bate-papo com Vânia Mignone. Todas essas entrevista são baseadas em conceitos em relação o uso de palavras junto a imagens, dando sentido, vida em suas obras culturais.
Antes de aprofundarmos na leitura do texto, precisamos entender um pouco sobre o que é arte conceitual e quais foram seus difusores? Para respondermos essas perguntas, nos basearemos nos conceitos dados em sala de aula. Respondendo a pergunta acima, definimos em grupo o que entendemos por Arte Conceitual, que é um movimento desenvolvido nos de 1960, sendo aquela que considera a idéia, o conceito por trás de uma obra artística, como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável. Não esquecer de mencionar um dos precursores desse movimento, chamado de DUCHAMP (Marcel), pintor francês (Blainville, 1887 – Neuilly-sur-Seine, 1968). Inicialmente influenciado pelo cubismo, teve depois participação importante no movimento dadá e no surrealismo. Tendo-se fixado nos E.U.A., dedicou-se a "antiarte" e em 1914 criava o primeiro ready-made. Suas pesquisas viriam a exercer influência na "pop-art" (pitoresco, 2011).
Agora, depois desse pequena retrospectiva, voltamos ao texto, que busca uma lógica para os temas que abordam o mundo moderno, em relação a uma Arte Conceitual. A escritora Karen coloca, logo na capa de seu livro, algumas teses a serem discutidas e interpretadas ao longo da leitura, refletidos na arte atual, como: a superação da modernidade, a questão das narrativas, o tempo e suas relações com a memória, o corpo, a identidade, o erotismo, as noções de espaço e lugar, as políticas e micropoliticas, desenvolvidos e respondidos, através de entrevistas com os artistas brasileiros.
A autora também cita no início de sua obra, alguns artistas conceituais, como: Joseph Kosuth, Jenny Holzer, Barbara Kruger, A inglesa Trocey Emin, Shirin Neshat, a Brasileira Rosana Ricalde, além dos entrevistados citados acima. O legal que todos esses artistas trabalharam e continuaram a arte de Duchamp, no final dos anos 60 até os ano 90. Colocando em seus trabalhos todas as características de arte conceitual, como fotografias, mapas e textos escritos (como definições de dicionário) e vídeos.
Concluindo, as entrevistas realizadas com os três artistas conceituais, nos mostram como essa arte está baseada em palavras junto a imagens e, de como esses artistas ( Georgia Vilela, Vitor Mizael e Vânia Mignone) colocam esses objetos dando um entendimento de sonoridade,movimento, sentidos nos desenhos, nas letras, ou seja, proporcionando uma valorização e reflexão para com as obras artísticas. Além de mostrar quem eles são e como criam suas obras de arte. Não esquecer de mencionar, sobre o pensador Frances Roland Barthes, que afirma em contra oposição ao Fascismo do texto, que era preciso desenvolver mecanismos capazes de sabotar a tendência fascista do texto. Para ele era preciso colocar a literatura como uma “Função utópica” nas artes.

Referências Bibliográficas
http://www.pitoresco.com.br/art_data/arte_conceitual/index.htm . Acessado em 13 de jun. 2011.
CANTON, Kátia. Narrativas Enviesadas. São Paulo, 2008

Nenhum comentário:

Postar um comentário